Categoria: Variedades

Variedades e diversidades mostram que o aprendizado pode ser construído em diferentes lugares se estamos dispostos a aprender em cada oportunidade.

  • Aprendizado do 12º Seminário de Gerenciamento de Projetos do PMI-RS | PARTE 1

    Seminário de Gerenciamento de Projetos

    Olá a todos!

    Eu, William Meller, e Marcelo Schumacher tivemos o imenso prazer de participar do 12º Seminário de Gerenciamento de Projetos do PMI-RS junto com outros grandes companheiros e escrevemos esse artigo.

    Somos filiados ao capítulo de Porto Alegre e são eventos como esse que dão um orgulho enorme participar desta família do PMI, capítulo Rio Grande do Sul. Um evento muito bem organizado e com voluntários engajados em fazerem o melhor e deixarem uma história!

    O capítulo do PMI do Rio Grande do Sul foi recentemente reconhecido pelo PMI Global como capítulo do ano.

    Certo, mas o que queremos trazer neste artigo, são nossas anotações que fizemos durante o evento unidas em forma de síntese, para compartilhar tudo aquilo que aprendemos entre tantas experiências ótimas vividas neste seminário!

    Atenção: devido a quantidade de informação, o artigo foi divido em duas partes.

    Abaixo segue a primeira parte de nossa síntese, e esperamos poder compartilhar e ajudar a todos na disseminação do conhecimento.


    Tendências Globais em Gerenciamento de Projetos
    – Ricardo Triana

    No começo de sua palestra, Ricardo Triana descreve a importância de resolver problemas com rapidez e agilidade, garantindo que esses problemas possam ser resolvidos com a mesma rapidez com que chegaram. Neste ponto é tocado em uma questão importante que guia o gerenciamento de projetos principalmente em tempos instáveis, que é o dinamismo dos problemas, ou seja, a forma rápida com que eles ocorrem e que exigem a mesma agilidade para que possam ser resolvidos sem grandes impactos.

    Gerentes de projetos servem para resolver problemas, mudar realidades ou ainda uma necessidade. Portanto, não preciso ser um gerente de projetos para possuir habilidades básicas de gerenciamento de projetos.

    Ricardo Triana começa entrar nas tendências em gerenciamento de projetos com um slide que informa que até 2020 serão geradas mais de 15 milhões de vagas para profissionais de gerenciamento de projetos. Com isso, é destacado a importância de conhecer e compreender a essência do gerenciamento de projetos e principalmente compreender processos importantes para agregar valor gerenciando projetos.

    Fica aqui claro, que Triana destaca muito a importância dos materiais disponibilizados pelo PMI em seus informativos e guias oficiais como o Pulse of the Profession. O conhecimento que guias como esses agregam ao profissional de gerenciamento de projetos é importantíssimo para conduzir as tendências e padronizar as informações da área.

    Ricardo Triana agrega entre as tendências apresentadas, dados importantes como a que diz que 47% dos projetos que falham são por decisões mal tomadas.

    Para que isso possa ser evitado, Triana nos traz algumas maneiras corretas para tomarmos decisões melhores em nossas vidas. Entre elas, é falado sobre a cultura da transparência que deve ser fomentada pelo profissional de gerenciamento de projetos que deseja principalmente tocar suas decisões baseadas em valores éticos.

    Agir com transparência, ainda garantindo a acessibilidade à informação com clareza e compartilhamento entre as pessoas que devem saber do “que está acontecendo”. Isso, com certeza evitaria problemas principalmente em órgão públicos, onde essa questão de transparência e acesso à informação causam problemas que levam a questões infelizmente vivenciadas no Brasil neste momento.

    Outro ponto muito importante para Triana que ele coloca quase fundamental entre todos os demais para a tomada de atitudes, é referente aos procedimentos para gerenciar riscos. Riscos são fatores fundamentais a serem observados e gerenciados, principalmente criando a cultura de sempre analisar e compreender riscos e a importância de saber controlá-los.

    Aqui, Triana destaca outra tendência, a de voltar ao básico. Ou seja, compreender os valores do gerenciamento de projetos e desenvolver talentos para trabalharem com as melhores habilidades do gerenciamento de projetos.

    Triana destaca que não adianta de nada apenas pensar e querer fazer algo. É necessário ter ação e apresentar resultados de qualidade. Somente isso seria capaz de realmente elevar a maturidade de gerenciar projetos. Um PMO de qualidade deve provar e agregar valor ao negócio da empresa, principalmente estando alinhado com a estratégia e maturidade da empresa. Aqui é destacado a tendência do PMO em ascensão.

    Triana destaca como tendência ainda ligado à estratégia da empresa, o gerenciamento de portfólio. Esta é uma tendência que ele destaca principalmente pela importância de manter um portfólio de projetos que esteja alinhado com o plano estratégico da empresa.

    Somente assim os projetos realmente comprovam seu valor para a estratégia definida pela empresa.

    Um profissional de gerenciamento de projetos deve possuir habilidades técnicas, habilidades de relacionamento interpessoal (liderança) e ainda habilidades para negócios. Este é o triângulo do talento do profissional de gerenciamento de projetos.

    Com pontos de tendência apontados para a transferência de conhecimento, para que cada vez mais a cultura de gerenciamento de projetos possa conduzida e renovada, introduzindo conforme a necessidade, as práticas ágeis ao gerenciamento de projetos.

    Por fim, Triana faz uma belíssima referência de motivação, deixando a mensagem para que todos estejam engajados em realmente viverem suas vidas intensamente e deixarem um legado, deixarem uma história de suas vidas!

    Veja também: Mudança de hábitos, como? Mas porquê mudar, eu não sou perfeito?


    Gerenciamento de Projetos Através da Visão Estratégica
    – Carlos Augusto Freitas

    No começo de sua palestra Carlos Augusto Freitas coloca e define conceitos importantes de governança e estratégia e a forma como esses dois itens devem estar bem integrados para que possa haver uma gestão de qualidade no comando estratégico de uma organização.

    Com isso devidamente em funcionamento diferentes negócios começam a ser autossustentáveis, seguindo rumos quase que naturais guiados pelas estratégias definidas e conduzidas por uma governança de qualidade.

    Para que isso seja possível, o palestrante destaca a importância de que todos os profissionais estejam integrados e compreendam sinergicamente a forma que os negócios e projetos dependem de suas ações para serem conduzidos.

    Daí a importância do profissional envolvido com gerenciamento de projetos estar ciente dos processos que ocorrem e são conduzidos no momento pré projeto e no pós projeto entregue.

    A visão estratégica deve ser conduzida com ações que condizem com a realidade e principalmente com as necessidades da empresa, balanceando as necessidades de cada projeto com a estratégia da empresa. Principalmente controlando para que a viabilidade dos projetos executados estejam alinhados com aquilo que foi definido na visão estratégica da empresa.

    Um PMO que envia informações desnecessárias pode causar decisões erradas.

    Por fim é apresentado questões importantes sobre inovação e conceito de fazer mais com menos, porém com qualidade e melhoria contínua.

    O palestrante dá uma grande ênfase para a Lei do Bem e todos os benefícios de estar dentro deste programa, proporcionando ganho de qualidade, produtividade ou competitividade

    Inovação vai acontecer, não adianta correr dela!

    Veja também: Um Jovem de Sucesso Sem Suar? Utopia!


    Painel: O PMO como Agente de Mudanças e Resultados
    – Juliano Reis (Oracle)
    – Guilherme Souto (Accenture)
    – Tiago Nicoladis (Sicredi)
    – Ben-Hur de Souza (Gerdau)

    Neste painel é conduzido que o PMO para se sustentar deve gerar valor constantemente para a estratégia da empresa, principalmente compreendendo e interpretando valores de qualidade e que agreguem maior controle de todas as atividades, garantindo o ROI esperado do portfólio de projetos da organização.

    Também é tocado em questões importantes como a preparação e visão estratégica que o PMO precisar ter, para guiar cada projeto compreendendo o que ocorre fora do escritório de projetos. Um ponto importante para o PMO é ser um agente transformador até mesmo no pós projeto, sendo flexível nos processo que se adequem mais corretamente aos diferentes projetos.

    Visão sistêmica a ações que agreguem valor fazem a diferença em um PMO bem conduzido e de sucesso.

    Veja também: Visão Sistêmica: A Visão de um Futuro de Sucesso


    Painel: Hangouts de Projetos
    – Ricardo Triana
    – Ricardo Vargas
    – Thiago Regal
    – José Finocchio
    – Américo Pinto

    Neste painel conduzido pelas principais referências em gerenciamento de projetos, óbvio que foi um papo que fica marcado em cada um que estava presente.

    Foi conduzida uma conversa muito interessante sobre a importância da autoconfiança dos profissionais envolvidos com gerenciamento de projetos e principalmente o perfil para trabalhar com projetos em momentos tão instáveis e de difícil tomada de decisões.

    Um ponto muito importante e discutido é sobre a importância da liderança e engajamento de pessoas, pois são somente elas as responsáveis por conduzir com qualidade cada processo do gerenciamento de projetos.

    Neste painel, Triana deixou uma mensagem que realmente foi muito reflexiva, onde diz: “Se você está insatisfeito, mude! Vá, faça acontecer! Ou se retire.”

    Ricardo Vargas ainda disse: “Todos querem mudar, mas não querem mudar a si próprios. É difícil internalizar a mudança. Se você não tem condições de arrumar o seu armário, de que adianta querer mudar o mundo.”

    Todos ainda citaram a importância e o que representou em suas vida o voluntariado no PMI, sendo este o grande responsável pelo sucesso de suas carreiras e suas vidas.

    Por fim, são citadas pelos palestrantes pequenas atitudes para o sucesso da condução e engajamento de pessoas no gerenciamento de projetos, com palavras chaves como “generosidade”, “inspiração”, “humildade”, “coragem” e “exemplo”.

    Veja também: Overload de Informação – Um Inimigo da Geração Y


    Transformando Insights em Grandes Empresas: o Desafio das Startups
    – Marco Kappel

    Esta palestra conduzida por Marco Kappel cheia de citações e frases de grandes autores, torna-se uma verdadeira inspiração para quem deseja empreender e deslanchar um grande negócio.

    Para começar é feita uma relação e compreensão muito bacana sobre a importância de se possuir uma bela ideia com plano de negócios bem definido e estruturado, pois uma Startup é definida principalmente por esta estruturação inicial.

    Uma Startup pode ser definida como uma empresa com uma bela ideia, que gera uma grande inovação e com altos riscos, principalmente sendo escalável. São essas características que além de representarem a iniciação de uma Startup, faz com que investidores realmente queiram aplicar seu dinheiro nessas ideias inovadoras.

    Uma questão importante apresentada e comentada durante a palestra é a importância do esforço e suor sobre o trabalho que deve ser feito.

    5% do empreendedorismo é a ideia, os outros 95% são trabalho, suor e execução na busca de resultados. Afinal, são resultados que indicam que aquele negócio pode ser mais que uma grande ideia.

    Por fim, entra uma questão muito importante e que acaba sendo motivo de falha que leva muitos negócios a falirem. Estou me referindo à importância da validação das ideias, para realmente comprovar e compreender a necessidade dos potenciais clientes. Isso é muito importante, para saber se todo o trabalho que está sendo feito terá clientes para comprarem.

    Para isso, o palestrante utiliza como referência o Project Model Canvas modelado pelo Prof. José Finocchio. Um modelo simples de ser utilizado e que ajuda muito na formação inicial da ideia em uma ação real.

    Veja também: Sonhos x Resultados


    Projetos de Redução de Desperdícios
    – Leandro Vignochi

    Para começar é comentado que redução de custos e redução de desperdícios são assuntos totalmente diferentes.

    Nesta palestra é comentado sobre conceitos importantes, como a mentalidade enxuta. O Lean thinking serve para demitir pessoas, por exemplo, mas entendendo-se que é menos pior ser assim do que quebrar uma empresa e ir todo mundo pra rua.

    É comentado a importância de assumir responsabilidades no projetos, pois sem responsabilidade não há necessidade real de usar o gerenciamento de projetos propriamente dito. Se lá na frente ocorrer risco, por exemplo, colocam mais horas ou cobram mais do cliente, e aí deixa-se a concorrência ganhar aos poucos.

    A redução de desperdícios é apresentada como uma estratégia para momentos de crise. Mas é preciso ter um planejamento estruturado.

    O gerenciamento de projetos entra como ferramenta de maior impacto, a principal forma de não errar na execução. A redução de desperdícios entra como a principal forma de não retrabalhar.

    Veja também: Frustrações: Criança que não cai um tombo, não aprende a levantar


    Inovação, Projetos e Portfólio: Integração para Resultados Promissores
    – José Ignacio Jaeger Neto
    – Fernanda Bocoli

    Esta palestra foi conduzida por um casal, guiado por muita sinergia e carisma. Apresentou-se conceitos importantes da inovação e principalmente a compreensão daquilo que realmente pode ser compreendido por inovação.

    A inovação pode ser dada por diversas formas, seja em um produto, um processo ou um método.

    A exploração bem sucedida de uma boa ideia com a percepção de oportunidades é a principal característica daquilo que é inovador

    José Ignacio Jaeger Neto faz belas colocações e exemplos a respeito daquilo que é inovador mas deixa bem claro que o grande desafio, é realmente vencer com aquele produto no mercado.

    Por isso, ele comenta que ideias devem ser ditas, compartilhadas, divulgadas!

    Vivemos em mundo conectado onde pessoas estão cada vez mais próximas e portanto compartilhar boas ideias é o começo da criação de um aprendizado de inovação.

    Posterior a estas excelentes colocações, Fernanda Bocoli traz tudo isso para o mundo do gerenciamento de projetos com informações a respeito do conceito de portfólio de projetos e sua importância para uma organização.

    Portfólio é muito bem definido por ela como uma ponte que liga as estratégias com as iniciativas. A ponte que liga o “precisar” com o “fazer”. Ele deve ser uma medida real de intenção, direção e progresso de uma organização e o gerente de portfólio ajuda a criar um caminho para isso.

    Um problema que é apresentado e que costuma ocorrer em muitas organizações, é a pressão sem fim por projetos que não acompanham a definição estratégica da empresa, ou portfólio de projetos que são definidos para acompanhar esta estratégia.

    Isto faz com que muitos dos projetos executados acabem sendo até mesmo empecilhos, dependendo da visão estratégica da empresa. Aqui o cuidado a se ter é “não fazer certo o projeto errado ou fazer errado o projeto certo”.

    O portfólio de projetos é fundamental para que os projetos certo possam ser selecionados para a estratégia da empresa ser atingida.

    Veja também: Brilho no Olhar – O Grande Diferencial


    O Poder de Viver com Propósito: Construindo e Mantendo Resultado para Atingir Satisfação Pessoal e Profissional
    – Eduardo Tremarin

    Esta palestra inspiradora e motivadora começou sobre a importância para cada um de nós aproveitar nossas melhores habilidades para entregar qualidade em tudo que nos propormos a fazer.

    O mais interessante nesta palestra, é a forma com que Eduardo Tremarin consegue falar claramente sobre a inspiração que devemos sempre buscar em nossas vida, compreendendo o sentido que nos leva a batalhar todos os dias.

    É muito importante buscarmos um propósito para nossa vida ter mais sentido, pois em cada momento somos colocados à prova e precisamos lembrar deste propósito, pois é ele quem nos dará as forças necessárias, atitudes e habilidades para continuarmos firmes até mesmo nas mais diversas batalhas que travamos em nossos dias.

    Ainda nesta ideia de atitudes que devemos ter para correr atrás de nossos propósitos, ele coloca a resiliência como um ponto importante. A resiliência é fundamental para encontrarmos força e aprendizado até mesmo nas maiores frustrações que podemos enfrentar.

    Com essas atitudes e perfil em nossas vidas, devemos ter a capacidade de perceber a excelência e buscar resultados de qualidade para nós mesmos. Ter excelência naquilo que fazemos vai de encontro diretamente com o que definimos por propósito em nossas vidas.

    Para que possamos aplicar tudo isso, é muito importante parar a preocupação que tem-se com tempos desnecessários. Ficar ligado demais ao passado e preocupado demais com o futuro, faz com que deixamos de viver e estarmos conectados no momento presente.

    É importante estar conectado com tudo o que fazemos e saber que cada mínimo detalhe tem impacto significativo no que escolhemos como missão em nossas vidas.

    Um conceito muito interessante que foi apresentado é o de mindfulness, que é conhecido por ser um antídoto para a procrastinação, tratando-se de estarmos atentos em nosso nível máximo de concentração para aplicarmos todas nossas habilidades naquilo que fazemos. Somente em estado máximo de concentração em nossa execução, estamos realmente engajados com os resultados.

    Por fim são trazidos conceitos importantes da liderança e motivação de pessoas. Onde fala-se de maneira muito interessante sobre a importância de praticar motivação intrínseca nas pessoas que estão ao nosso redor. Deixando três perguntas chaves no final da palestra:

    O que eu amo? O que faço bem? O que o mundo precisa?

    Veja também: Intraempreendedorismo: Funcionário Empreendedor e com Visão de Dono do Negócio


    CLIQUE AQUI PARA VER A PARTE 2

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  • Mudança de hábitos, como? Mas porquê mudar, eu não sou perfeito?

    habitos
    Imagem: Pexels

    Hábitos, vamos falar deles? Como eles se formam e como podemos mudar esses hábitos! Você gosta de seus hábitos?


    Olá, galera!

    É com muito prazer que estou aqui para contribuir com o Portal Sucesso Jovem!

    Desafio aceito, após convite do William Meller, faço aqui minha primeira publicação, falando de hábitos, como se formam, como nos influenciam e como podemos mudar.

    Hábito, conforme dicionário “ação que se repete com frequência e regularidade; comportamento que alguém aprende e repete frequentemente“.

    Um dito popular famoso “você é o que você come”. Normalmente este ditado é usado para referenciar que se está acima do peso, ou seja, que tem o hábito de se alimentar de forma errada que leva a estar acima do peso.

    Na FIGURA 1 podemos observar o fluxo de formação de hábitos, cientificamente falando.

    Como se Formam os Hábitos

    FIGURA 1 – Como se Formam os Hábitos

    Procurando traduzir ou entender o resultado disso, hábitos podem ou são:

    • São como serviços e você tem um contrato com eles;
    • Podem determinar o seu sucesso ou fracasso;
    • Definem se você vai empreender ou prestar serviços;
    • Contribuem para você viver por mais tempo ou morrer mais cedo;
    • Ser sua força de trabalho;
    • Boa parte de nossas virtudes ou defeitos está relacionada aos hábitos;
    • São atos conscientes logo, passíveis de mudança.

    Você deve estar pensando, conceito legal, entendi, parece fácil mudar!

    Veja também >>O papel e importância do mentor no desenvolvimento dos jovens

    Ter autoconhecimento é assunto para outra publicação, mas é fundamental se conhecer, fazendo uma análise de si mesmo, dos seus resultados, pegar feedbacks sobre você mesmo com outras pessoas e, principalmente, estar plenamente disposto a mudar um hábito para ter resultados melhores, sejam pessoais ou profissionais! Identificado o que mudar, é possível “reprogramar” seu cérebro para isso, mas como? Eis a questão!

    Conforme pesquisa da University College de Londres, para quebrar ou criar um hábito são necessários 66 dias, em média, dependerá da complexidade.

    O hábito é executado a partir de uma sequência inconsciente de 3 etapas (EPOCA, 2012)

    • o “gatilho” que desencadeia o hábito. É o sinal a ser compreendido para planejar a mudança;
    • a “rotina”, que é o hábito propriamente dito, sendo executado;
    • a “recompensa”, o que ganhamos em troca ao executar o hábito.

    Considerando estas 3 premissas e estando cientes delas, é possível se preparar para reprogramar o cérebro para mudar um hábito.

    A parte do cérebro responsável por promover esta mudança é o “lobo fontral”. É praticamente um processo, usa-se o “lobo frontal” para aprender a mudar, vai-se exercitando, como diz a University College de Londres, por 66 dias em média, a parte reptiliana do seu cérebro passa a entender esta rotina como um hábito e absorve, mas aviso, vai doer, sempre dói, a parte reptiliana do cérebro é bem teimosa e fará de tudo para te persuadir a desistir.

    Na FIGURA 2 lhes apresento dicas, em forma de processo, que podem ajudar a mudar hábitos:

    Dicas para Mudar Hábitos

    FIGURA 2 – Dicas para Mudar Hábitos

    Muitos conceitos, já está doendo o meu cérebro preguiçoso. Certo, vamos usar uns exemplos práticos.

    Tenho o hábito de tomar café após o almoço e gostaria de mudar isso. Lembre-se, “gatilho”, “hábito” e “recompensa”. O gatilho é “terminei o almoço, hora de tomar um café e conversar com a galera, socializar”. O hábito, como dito é “tomar o café”.

    Veja também >> Correndo demais? Não deixe a correria te cegar

    A recompensa, inconscientemente, pode estar relacionado à adrenalina, a estar mais ligado, mas de fato, descobri que o que mais me deixa bem com este hábito é conversar com a galera, falar de assuntos gerais, do futebol (nem sempre, depende dos resultados), falar de coisas boas que acontecem, enfim, socializar.

    Contudo, isso está tão gravado na parte reptiliana do meu cérebro que não consigo imaginar conversar sem tomar um café. Seguindo as dicas que dei:

    1. Identifiquei o hábito, quero parar de tomar café depois do almoço;
    2. Solução possível, quem sabe eu tomo uma água no lugar, vou tentar, por 66 dias pelo menos, foi isso que aprendi;
    3. Anunciarei, vou avisar toda a galera que estou querendo parar com o café! Com certeza, não vão mais me deixar pegar, vão me apoiar, vão me alertar “Schumacher, pega a água, depois vem conversar”;
    4. Registrarei o progresso, a cada semana vou dizer aos amigos, consegui ficar “X” dias sem tomar café depois do almoço, estou evoluindo;
    5. Não desanimarei, vou insistir, como eu disse, meu amigos vão me incentivar, vamos lá!!!

    Pessoal, foi um exemplo simples, mas pensem em tudo que poderia ser aplicado. Reflitam, busquem o autoconhecimento e para quem precisa, exercite a mudança, seja melhor consigo mesmo. A mudança só depende de você!

    “Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Excelência, então, não é um modo de agir, mas um hábito” Aristóteles

    Espero que tenham gostado! Grande abraço!


    Bibliografia
    ÉPOCA. 2012. Disponível em: <http://revistaepoca.globo.com/Saude-e-bem-estar/noticia/2012/09/ciencia-mostra-como-mudar-habitos-ruins.html>. Acesso em: 04 ago. 2015.

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