Inteligência artificial nos processos seletivos

Imagem: Unsplash

Em virtude do grande número de candidatos que se aplicam às oportunidades, muitas empresas tem recorrido aos “robôs da seleção” para efetuarem um processo seletivo mais rápido e eficiente.

Atualmente, além de plataformas ATS (Applicant tracking system ou Sistema de Rastreamento de Candidatos) , podemos contar também com tecnologias de reconhecimento facial que captam as expressões dos candidatos, possibilitando que suas emoções sejam mapeadas em entrevistas por vídeo.

A gamificação é outra tendência que tem sido utilizada pelas empresas e através da qual, pode-se testar diversas habilidades (estratégia, raciocínio lógico, trabalho em equipe, etc).

Jonathan Sampson, diretor geral da empresa Hays, em depoimento a revista VOCÊ S/A, afirma que “A inteligência artificial é parte relevante do processo, mas não substitui um especialista humano para gerenciá-lo, interpretá-lo e para construir os relacionamentos em torno dela”.

Qual sua opinião sobre essas tendências tecnológicas nas seletivas? É um grande avanço ou retrocesso das relações humanas?

Aline Sousa

http://projetoelevate.com.br

Bacharel em Administração de empresas, especialista em gestão de pessoas, Headhunter e consultora comportamental e de carreira. Acredito muito na força do propósito e na humanização das relações. Atuação há mais de 8 anos com condução de processos seletivos de empresas nacionais, multinacionais, estrangeiras e cargos de diferentes tipos de senioridade. Eleita Linkedin Top Voices 2020 dentre mais de 46 milhões de usuários a nível Brasil.

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