Seguir tendências ou ser original? Eis a questão

ser original

Imagem: Pexels

Ser original em um mundo rodeado de boas práticas prontas não é muito fácil. Saiba seguir exemplos, sendo criativo para ser você mesmo.


À medida em que avançamos na carreira, alguns aspectos tornam-se relevantes. Usamos meios próprios para crescermos, porque somos únicos, relativamente aos demais.

A pergunta que não quer calar é: usada é a nossa capacidade para o crescimento ou copiamos modos de atuação de terceiros?

Não há neste artigo qualquer pretensão filosófica. Quero chamar a atenção para o fato de sermos originais ou não.

Por tendência, quase viral, “copia-se e cola-se” comportamento. Opiniões, igualmente. Assistimos a originalidade sendo substituída pela repetição.

A criatividade é uma qualidade inerente a todos e ela está sendo massacrada, devido ao obsoleto argumento: “para que criar se dá para copiar?”

Faço um convite de BASTA À IMITAÇÃO!

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Não é necessário ser genial para inovar. Apenas – e tão somente – a prática do pensar. Pensamentos frutíferos, que resultem no benefício coletivo.

As empresas buscam pessoas inovadoras com urgência. Aprenderam que serão estas que mudarão o caos de forma tão simples, que é difícil conceber como é que aquilo não foi pensado antes.

Grandes gurus podem ser usados como referência no crescimento profissional. Isso é muito salutar. Porém não deve ser o único norte utilizado, nesta trajetória.

Conselhos e dicas são excelentes. Ouvir quem “chegou lá” entusiasma quem está começando. Mas eu, tu, ele, nós, vós e eles temos condições de apresentar uma outra via.

Há um conceito errôneo – para não denominar de preconceito – de que os inovadores devem ser loucos, fora dos padrões e repletos de atitudes indecifráveis.

Quero anunciar ao meu leitor – e leitora – a possibilidade de ser normal e, simultaneamente, criativo (a).

Se outros ainda não entenderam sua originalidade tenha paciência, tão adequada para a empatia. Afinal, ser original é também respeitar os limites alheios.

Ideias revolucionárias, originais e criativas sempre encontram a negação de outrem, num primeiro momento. Mas é graças a elas que o mundo gira e evolui. Corporações e seus investidores, idem.

Para ilustrar isso, dividirei com você uma fábula, atribuída a Esopo:

A raposa e as uvas

– Em um campo, não tão distante daqui, uma raposa estava morrendo de vontade de comer as uvas que encontrara à sua frente.

Saltou algumas vezes e não as alcançou. Muitas tentativas foram feitas, para obter êxito em seu propósito, qual seja o de saciar a fome.

Então resolveu ir embora, tentando disfarçar sua frustração.

Olhou para os lados, como que preocupada com a opinião de alguém – que não visualizava – afirmando enfaticamente:

– Elas estavam verdes!

Moral da história: A raposa desdenha das uvas porque não as pode alcançar.

Muitas são as raposas que encontramos no caminho, especialistas na desculpa de manutenção de hábitos ultrapassados.

Pense diferente. Inove. Contudo, sempre analise o melhor ângulo para que todos ganhem. A empresa na qual trabalha e seus colegas agradecem.

E o mundo? Ah, o mundo cresce!

Sobre o autor

Cláudia Martins
Cláudia Martins

Cláudia Martins é especialista em Gestão de Negócios e Bacharel em Direito. Organizadora de eventos/palestras e escritora de diversas temáticas para a Geração Y.

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